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Polícia nacional diz que só ingressam na corporação cidadãos vindos das FAA

  • Redacção Farol
  • Publicado quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

A Polícia Nacional reiterou, ao meio da manhã desta quarta-feira, 27, a sua posição relativamente a certas informações que circulam nas redes sociais sobre os alegados ingressos na corporação.

A informação foi avançada pelo comissário, Orlando Bernardo, Director de Segurança Pública e Operações e Porta-voz da Polícia Nacional, que falava em conferência de imprensa realizada, a propósito, aqui em Luanda.

 “Entendemos realizar esta conferência de imprensa dada a gravidade da situação, pois, o número elevado de cidadãos que estão a se deixar burlar por motivos de ingresso na Polícia sobe a cada dia que passa” disse, Orlando Bernardo que, mais adiante reiterou que todos os dias chegam informações de pessoas burladas em função dessas informações que circulam nas redes socais.

 “Que fique bem claro que todas as informações que estão a circular nas redes sociais sobre ingressos na Polícia Nacional não são verdadeiras, pois, acrescentou, o ingresso na Polícia Nacional tem sido realizado com base no pessoal das Forças Armadas Angolanas, licenciado à reforma, processo este que se encontra suspenso por força da covid-19 que assola o mundo” considerou.

Ao responder uma “bateria” de perguntas dos jornalistas que se encontravam na sala o oficial comissário disse que, actualmente, não se pode falar de ingresso de cidadãos da sociedade civil porquanto o Decreto 117/8 que determina às regras de ingresso só fala de pessoal vindo das FAA.

 “Não podemos vender esperança temporária às pessoas. Sobre este assunto é melhor que fique claro que não há ingresso de cidadãos da sociedade civil porque a Lei não prevê”.

Para terminar o dirigente alertou a sociedade, no geral, a ficar mais atenta, pois, como disse, há pessoas dedicadas a estes crimes e que produzem estas informações para que tenham mais pessoas e, com isso, concretizar as respectivas burlas.

Lamentou, ainda, o facto de estarem a ser burladas pessoas com nível de instrução considerável, gastando valores monetárias em situações não comprovadas e sem verdade alguma.

A estes deixou o conselho de procurarem os órgãos competentes para a participação criminal que se impõe.



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