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Miguel Neto nomeado presidente do movimento pana-africanismo em Angola

  • Francisco Inacio
  • Publicado quinta-feira, 26 de novembro de 2020

A indicação para o cargo de representante máximo da UPAM – Angola (United Pan-African Movement) ocorreu recentemente a partir da presidência mundial.

A UPAM é um movimento mundial que buscar a paz, o amor e a unidade de todos os afrodescendentes nos Estados Unidos, Europa, África e em todo o mundo. O presidente local representa os interesses da organização e sua missão no respectivo país.

“Pedimos que continue a ser um bom cidadão e a defender a constituição da UPAM, a política interna e o código de conduta ao mais alto nível”, lê-se no texto de nomeação a que o Farol teve acesso.

Como representante da UPAM em Angola, Miguel Neto terá a responsabilidade de coordenar as atividades da UPAM no país de acordo com as diretrizes operacionais da presidência mundial.  “Você também será responsável por manter boas comunicação entre o povo de seu país e o conselho executivo e ajudar a promover a unidade de todos os povos afrodescendentes” diz a nomeação. “O nomeado é obrigado a comparecer a todas as reuniões do conselho e se por algum motivo não puder comparecer, certifique-se um ou dois de seus membros executivos representam você, sem exceção”.

A UPAM tem a missão de reivindicar a esperança do futuro da África.

Miguel Neto tem se dedicado na educação dos jovens há duas décadas através de programas de entretenimento, sempre apelando a juventude para causas nobres em prol da comunidade

Recorde-se que, segundo o wikipédia, o pana-africanismo é um movimento mundial que visa encorajar e fortalecer os laços de solidariedade entre todos os grupos indígenas e étnicos da diáspora de ascendência africana. Com base em um objetivo comum que remonta ao comércio de escravos no Atlântico, o movimento se estende além dos africanos continentais, com uma base de apoio substancial entre a diáspora africana nas Américas e na Europa.

Pode-se dizer que o pana-africanismo teve suas origens nas lutas do povo africano contra a escravidão e a colonização e essa luta pode ser rastreada até a primeira resistência a navios negreiros – rebeliões e suicídios – através da plantação constante e levantes coloniais e os movimentos “De volta à África” do século XIX. Com base na crença de que a unidade é vital para o progresso econômico, social e político e tem como objetivo “unificar e elevar” os afrodescendentes.

Na sua essência, o pana-africanismo é uma crença de que “os povos africanos, tanto no continente como na diáspora, compartilham não apenas uma história comum, mas um destino comum”.

Texto: Francisco Inácio.



  1. Desejo que tenha êxito nesta árdua tarefa,conta com meu total apoio quando assim desejar, é uma grande honra para os Angolanos ter um líder conhecedor do pan Africanismo e solícito aos demais Angolanos a cooperarem com o presidente Neto .

  2. Meu cota Parabéns sei que vais desempenhar bem este cargo,fazes sempre bem as tuas coisas.
    Edgar Moises.

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